segunda-feira, 28 de maio de 2018

DISCURSO DE AGRADECIMENTO AO RECEBER O TÍTULO DE CIDADÃO NATALENSE NA CÂMARA DE VEREADORES DE NATAL-RN.



Minhas senhoras e meus senhores, desejo, nesta festiva oportunidade, registrar o meu profundo sentimento de alegria ao receber este valioso título de Cidadão Natalense, outorgado pela Câmara Municipal de Natal, por iniciativa do vereador Janilson de Paulo Rêgo, referendado por todos os membro desta egrégia Casa Legislativa.

Nasci na cidade de São José de Mipibu, em data de 6 de dezembro de 1950, filho de Arnaldo Barbalho Simonetti e de Cirene Barbalho Simonetti, e sempre reverenciei a minha origem com destacado orgulho, uma vez que recebi dos meus familiares lições de amor à terra-mãe e exemplos de responsável cidadania. 

A minha trajetória de vida foi idêntica a de todas as crianças nascidas no litoral do nordeste brasileiro, onde o mar e o clima ameno enchem de prazer e de euforia aos que tiveram a sorte de contemplar em noites claras, o céu estrelado de São José de Mipibu, Goianinha, Vila Flor, Canguaretama e a beleza inigualável da Praia da Pipa.

Somente essas circunstâncias bastariam para marcar a vida de um nordestino feliz. Entretanto, Deus, com a sua bendita Sabedoria, fez dividir as minhas origens com os encantos da cidade de Natal, na verdade o motivo maior da minha existência, onde cresci, estudei e concretizei todos os sentimentos de amor ao seu povo e as suas tradições.

Posso afirmar nesta solenidade, com a responsabilidade de estar falando na Casa do Povo, que Natal foi, é, e sempre será a minha cidadela, o meu canto-chã, e a glória do meu viver. Nas suas ruas pulsa o meu coração, onde encontrei sempre o entusiasmo da minha juventude. No seu solo plantei os meus amores e as minhas solidas raízes. Foi aqui nesta terra que construí as amizades mais afetivas. Em Natal encontrei o berço sacrossanto para construir uma família abençoada, fonte propulsora do meu viver.

Na cidade dos Reis Magos, escrevi alguns dos meus livros e aprendi que o amor existe e que os homens podem conviver com maior fraternidade.

Em boa hora a inspirada potiguar Teresa Peixoto D’Aguiar ao conceber o livro – Natal, o endereço da Felicidade... , descreve todo o seu deslumbramento sobre a nossa querida Cidade.
Indiscutivelmente minhas senhoras e meus senhores, o chão de Natal tem um cheiro diferente: exala paixão, confiança e ternura. Com certeza o galardão que hora passo a ostentar aumenta muito em muito a minha responsabilidade, o amor e a gratidão que tenho por esta cidade.

Agradeço em meu nome, em nome da minha esposa Geiza Galvão Simonetti, dos meus filhos Milena, Thiago e Priscilla e dos meus netos Arthur, Miguel, Isabella e Sophia estes momentos de muito júbilo para o meu espírito, que permanecera intactos durante o transcorrer de toda a minha existência e certamente permanecerão também no coração da minha família.

Agradeço finalmente a todas as pessoas que aqui compareceram o que valorizou em mito este acontecimento.
Este título senhoreara e senhores será sem dúvidas a minha segunda carteira de identidade.

Viva Natal! Salve a minha Cidadania!

Obrigado a todos.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

ANIVERSÁRIO DE 116 ANOS DO IHGRN - RECEBIMENTO DE TÍTULO DE CIDADÃO NATALENSE







Momento do discurso oficial, registrando-se a presença do escritor Iaperi Araújo, 
Presidente do Conselho de Cultura e Acadêmico da ANRL

Presenças ilustres: Comandante Woodson, Betânia, Ormuz, Júlia, Simoni,
Geiza, Lívio Oliveira, Nina, Conceição Maciel e Joventina



 Vereadores Nina Souza, Joanilson de Paula Rego e Julia Arruda, 
com o agraciado Ormuz Simonetti

 Ormuz, Adilson Gurgel, Nina Souza e Betânia Ramalho


 Betânia Ramalho, Joventina Simões, Ormuz, Nina Souza e Júlia Arruda



terça-feira, 15 de maio de 2018

SESSÃO SOLENE EM HOMENAGEM AOS 116 ANOS DO IHGRN E ENTREGA DE TÍTULO DE CIDADANIA



IHGRN - Década de 1920

Aos amigos e familiares. Nessa quinta feira dia 17 de maio, às 18:30, por ocasião sessão solene em homenagem aos 116 anos do IHGRN na Câmara Municipal, vou receber o Título de Cidadão Natalense. Aos que puderem comparecer meu agradecimento antecipado.


Câmara Municipal de Natal




segunda-feira, 14 de maio de 2018

PAÍSES QUE VISITARAM O BLOG

Na ultima semana.

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segunda-feira, 30 de abril de 2018

QUINTA CULTURAL


 As Quintas culturais estão sendo um grande sucesso. 





A PESQUISADORA ZÉLIA BRITO FALOU SOBRE O "ATOL DAS ROCAS", ONDE VIVE A MAIS DE 27 ANOS.


A PALESTRA ÁUDIO-VISUAL PERMITIU QUE A PLATEIA SE TRANSPORTASSE PARA O ATOL. 


Um publico seleto comparece, e ao final das palestras, interage com o palestrante.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

CEARÁ-MIRIM É GUAJIRU E GUAJIRU É CEARÁ-MIRIM

Guajiru é um termo indígena e remete a um arbusto (Chrysobalanus icaco L.) abundante em regiões litorâneas e tropicais, cujas frutas são comestíveis, sendo mais conhecido por guajuru, porém, houveram diversas grafias ao longo dos séculos.
Antes da chegada dos portugueses no Brasil, no município onde hoje é Ceará-Mirim, havia uma vila indígena chamada Guajiru que ficava no entorno de lagoa de mesmo nome. Além disso, tal nome também era o de um rio (CASAL, 1817).

Figura 1: Guajiru com seus frutos.
Fonte: http://perfectisland.us/BayShoreNativePreserve/bsnpDuneVegetation.html

Segundo Cascudo (1984), em 1607, Jerônimo de Albuquerque concede uma sesmaria, no entorno da Lagoa Guajiru, aos jesuítas com a finalidade de catequizar os índios. Porém, apenas em 1641 (NOBRE, 1971) os jesuítas se instalam, fundando a capela Senhor São Miguel do Guajiru. Dessa forma, a região passou a ser conhecida como Missão do Guajiru (PAULA, 2010).
Em 1759, sob ordens do então rei de Portugal, D. José I, os jesuítas são expulsos e algumas aldeias são elevadas a condição de vila, além de receberem nomes portugueses, ao invés de nomes “bárbaros”, dessa forma, a antiga aldeia Guajiru se torna a Vila Nova de Extremoz, a primeira vila da antiga província do Rio Grande (CASCUDO, 1968).

quinta-feira, 26 de abril de 2018

DISCURSO DO ANIVERSÁRIO DE 116 ANOS





Caros amigos, familiares, confrades e convidados. Hoje estamos comemorando os 116 anos de existência, completados no último dia 29 de março, desta que é a mais antiga e ativa Instituição cultural do nosso Estado.  Em mais um ano de luta em prol da cultura, todos os nossos esforços foram direcionados à recuperação e à preservação, tanto do prédio, que por si só, representa a cultura do nosso Estado, como o seu precioso acervo, razão maior de sua existência.

Não é necessário dizer aos senhores as dificuldades que passam aqueles que ousam fazer algo pela cultura neste País. Em nosso Estado, não é diferente. Entretanto, sempre haverão aqueles abnegados que, enfrentando todo tipo de dificuldades, resolvem, movidos por uma força maior, enfrentar esses desafios. Podemos chamar essa força simplesmente de amor à cultura, pois sem esse importante ingrediente nada se consegue.

Muitos ainda pensam que nós, diretores, somos regiamente remunerados. Ledo engano. Nós somos uma entidade privada, sem fins lucrativos, e, desde 1909, reconhecida como de utilidade pública estadual e, posteriormente, municipal e, por extensão, também federal. O presidente e seus diretores são voluntários. Traduzindo o que acabei de falar, além de não sermos remunerados, muitas vezes temos que nos cotizar para realizar alguns pagamentos inadiáveis.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

PAÍSES QUE ACESSAM NOSSO BLOG.





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