sexta-feira, 26 de março de 2010

PIPA E SEUS PERSONAGENS


Pipa e seus personagens. Misté, a superação do homem.

Mesmo antes de nascer, Israel Barbosa da Silveira, mas conhecido por “Misté”, já lutava bravamente por sua vida. Sua mãe, grávida de oito meses, sofreu violenta queda de uma escada, quando pintava a cumeeira de sua humilde casa para esperar o filho que chegaria nos próximos dias. Bateu com a barriga no chão e desmaiou.
Um mês depois, no dia 17 de setembro de 1964, nasce o menino que recebeu o nome de Israel, sem nenhuma seqüela, perfeito e com boa saúde.

Sem que seus pais percebessem, estava dando aquele rebento, um nome que significava por um lado, o sofrimento de um povo, mas também, a obstinação, a união, a determinação e principalmente a luta incessante pela sobrevivência de um povo aqui na terra.

Aos três meses de idade, foi acometido de uma estranha doença que, além de lhe cair todas as unhas dos pés e mãos, deixou seu pequeno corpo coberto de chagas. As dores eram tantas que para aliviá-las, sua mãe o mantinha envolto com folhas de bananeiras, pois o simples contato de suas mãos com a pele da criança provocava-lhe dores intensas.

Atendendo ao conselho de amigos, seus pais conseguiram, com muita dificuldade, o jeep de José de Hemetério – único carro existente na Pipa daquela época -, e levaram a criança para uma consulta médica em Natal. Recuperado dessa enfermidade, logo foi surpreendido pela terrível poliomielite, vulgarmente conhecida por paralisia infantil, que lhe roubou o movimento das pernas, impedindo-o definitivamente, de andar ereto.

Começou a engatinhar aos dois anos de idade. Quando completou cinco anos, seu pai o mestre de barco João Sirilo, que além de pescador também era mestre carpina, incomodado com aquela situação do filho ter que andar com os quatro membros apoiados no chão, fez para ele um par de muletas. Recusou-as de pronto! Mesmo em tenra idade, já mostrava traços de forte personalidade. Anos depois a família adquiriu uma cadeira de rodas, que também foi recusada. Afirmou que iria andar à sua a maneira, pois só assim poderia ir e vir sem depender da ajuda de outras pessoas. Argumentou que a cadeira de rodas lhe traria muitas limitações, principalmente nas fofas areias da praia, onde gostava de passar parte de seu tempo.

Quinto filho de uma família com oito irmãos, sendo seis homens e duas mulheres, nunca se sentiu diferente dos demais. Procurava de todas as maneiras, esta junto deles observando-os e aprendendo com eles, tudo o que lhe fosse possível.
Todos os irmãos, a exemplo dos pais, se dedicaram as atividades ligadas à pesca o que era perfeitamente normal na Pipa daquela época, principalmente pela falta de oportunidades.

Seu irmão mais velho, João Bosco, que a exemplo do pai, também é carpinteiro habilidoso, fez para “Misté” um pequeno bote, utilizando tábuas de caixote, sobra de madeiras do estaleiro que trabalhava e grande dose de amor para com aquele irmão, que a família tentava proteger cercando-o de mimos. Sua intenção era tirá-lo da solidão de sua casa e juntá-lo as outras crianças que, nas marés baixas, brincavam nas águas mansas no porto dos barcos.

Enquanto seus colegas brincavam de seguir seus pequenos botes dentro d’água, o menino Israel, como não podia andar, navegava em cima do seu bote, bem maior que os outros, que o irmão havia feito, já com essa finalidade.
Seu mundo se resumia aquela pequena embarcação onde passava horas a fio velejando. Sentado no convés, ninguém percebia sua deficiência. Ali não precisava de suas pernas para se locomover, apenas o vento e sua habilidade no maneja das velas. Gostava de sentir a brisa no rosto ao deslizar ligeiro, por entre as embarcações ancoradas no porto. Tornou-se um habilidoso navegador e conhecedor dos segredos dos ventos e do mar. Em pouco tempo já se aventurava além da segurança das águas calmas do porto cercado por parrachos - recifes de coral - , navegando no seu barquinho, em pleno mar aberto.

Tempos depois passou a acompanhar seus irmãos nas pescarias. Cada vez que ia pra o mar, demonstrava maior habilidade na arte da pesca e no comando das embarcações. Como utilizava bastante seus braços, os músculos responderam prontamente. A musculatura superior logo se desenvolveu lhe proporcionando grande força física. Tempos depois, o pai percebendo sua habilidade como pescador, reuniu os irmãos e propôs que todos se unissem para presentear Misté com um barco maior, para que ele pudesse ganhar seu próprio sustento. Sob o comando do irmão carpinteiro e com a ajuda de todos e inclusive do próprio Misté, que já mostrava intimidade e habilidade na carpintaria naval, constroem o bote com 13 palmos que recebeu o nome de Nápoles.
Pescou nesse pequeno barco por vários anos e quando conseguiu juntar algum dinheiro, vendeu-o e novamente e com a ajuda do irmão carpinteiro, fez outro, com 30 palmos e o batizou com o nome de “Deus Dará”.

Com bom tino comercial, logo enxerga um bom negócio, e a possibilidade de construiu um barco de maior tamanho com a venda do atual. Não teve dúvidas, mais uma vez vendeu o barco e partiu para a construção de uma embarcação de grande porte. Construiu no estaleiro do mestre Francisquinho em Tibau do Sul, o barco Mar Azul, inicialmente destinado à pesca. Como sempre teve boa visão para negócios e a vontade ferrenha de melhorar de vida, desistiu da pesca e resolveu adaptá-lo para passeio turístico. Foi sua grande cartada, porém mais uma vez teve que se superar ao enfrentar grandes dificuldades para licenciá-lo junto aos órgãos competentes. A licença da Prefeitura Municipal foi seu principal obstáculo, em virtude da pressão exercida pelos concorrentes, que se posicionaram contrários a sua liberação. Terminou por vencer mais essa batalha.

Em junho de 2009, novamente foi posto à prova. Sofreu um AVC - acidente vascular cerebral - que o deixou por longo tempo num leito de hospital. Quando se recuperou, havia perdido muito dos poucos movimentos dos membros, principalmente dos superiores. Mas uma vez, não se entregou. Após várias seções de fisioterapia e a mesma determinação que mostrou durante toda sua vida, hoje já consegue andar como antes e voltou a dirigir a empresa, orgulho de toda sua família.

Por ironia do destino, aquele garoto deficiente com praticamente nenhuma chance de trabalho, nascido em uma colônia de pescadores onde os deficientes, na maioria das vezes, são sustentados por suas famílias, quando não se entregam a mendicância, é hoje um bem sucedido empresário do turismo e dar emprego a muitos de seus irmãos e a alguns sobrinhos.

Pipa, março 2010.

quarta-feira, 24 de março de 2010

CONVOVAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

PUBLICADA EM O JORNAL DE HOJE, EDIÇÃO DE 16 DE MARÇO DE 2010.


INSTITUTO NORTE-RIOGRANDENSE DE GENEALOGIA – INRG

EDITAL DE CONVOCAÇÃO



O Presidente do Instituto Norte-Riograndense de Genealogia – INRG, no uso de suas atribuições legais, consoante o Estatuto da Entidade aprovado em 16/11/2009, vem convocar os sócios da Instituição para a Assembléia Geral Extraordinária que fará realizar no próximo dia 31 de março corrente, pelas 19:00 (dezenove) horas, em primeira convocação, e às 19:30 (dezenove e trinta) horas, em segunda convocação, em sua sede provisória na Academia Norte-Riograndense de Letras (ANL), à rua Mipibu, 443 – Cidade Alta, nesta Capital, para atendimento da seguinte pauta:

1. Eleição do Conselho Fiscal;

2. Substituição do Tesoureiro do Instituto;

3. Outros assuntos correlatos.

Natal, 15 de março de 2010



ORMUZ BARBALHO SIMONETTI

Presidente

segunda-feira, 22 de março de 2010

MÃE

Prezado Ormuz,

Sensibilizado pela sua mensagem e pelo texto, pois minha mãe também não está mais conosco, digo-lhe que “o amor de mãe é eterno!”

Desejo-lhe Paz!

Nicolau Frederico
Natal/RN

MÃE

Caro Ormuz :

Nossas mães são sempre pessoas bonitas, tanto exterior, como, principalmente, interiormente. O amor que elas nos dedicam é aquele que São Paulo considerava
perfeito, quando dizia : "O amor tudo pode, em tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O verdadeiro amor nunca falha".
O belo texto que nos enviou bem traduz o desejo dos jovens "se libertarem" da
doce guarda da mãe e perceberem que era dela de que mais precisavam.
Grato por compartilhar seus sentimentos com os amigos.

Um abraço

Carlos Alberto Dantas Moura
Rio de Janeiro/RJ

MÃE

AMIGO ORMUZ SIMONETTI BOM DIA,

VOÇE LEMBROU DA PESSOA MAIS IMPORTANTE NAS NOSSAS VIDAS
NOSSAS MÃES MARAVILHOSAS, FANTÁSTICAS, POR TUDO QUE RECEBEMOS
DELAS, AMOR, CARINHO, COMPREENSÃO, ATENÇÃO, ETC,ETC, ETC.

CONHECI A SUA QUERIDA MÃE COM MUITO PRAZER E MUITA HONRA.

GRANDE ABRAÇO

JOSÉ THIAGO GADELHA
Natal/RN
Trovinha:
Se Deus atendesse, um dia,
minha prece ingênua e doce,
quem fosse mãe, não morria,
por mais velhinha que fosse.

Autor Desconhecido.

Bartola.
Natal/RN

MÃE

M elhor criação que Deus colocou na terra. Mulher sempre firme, vigorosa, atenta, preocupada conosco, uma verdadeira leoa de tanta garra.

NÃo que queiramos desmerecer as outras criaturas, mas como MÃE não tem igual, não feito nada semelhante, nada que possa ser substituído,

E nós devemos lhe prestar todas as homenagens, todos os carinhos, toda a atenção necessária, porque ela é nosso anjo da guarda enviado por Deus.

Carlos Cabral
Natal/RN

MÃE

Ormuz,
Eu também me emocionei, perdi a minha quando só tinha 4 aninhos, não tive o prazer de gozar dos carinhos de mãe

Conceição Freitas
Natal/RN

MÃE

A VOCÊ QUERIDA MÃE: QUE NA INTIMIDADE DE TUA EXISTÊNCIA, TRAZ CONSIGO A SABEDORIA DO SILENCIAR, O ENCANTAMENTO DO EMBALAR OS SONHOS; POIS ELEVAS AS PÁGINAS DAS NO SSAS VIDAS EM MOMENTOS TÃO TERNOS QUE SE ETERNIZAM NAS RECORDAÇÕES DA NOSSA INFÂNCIA.
A VOCÊ QUERIDA MÃE: QUE EMBALA A ESPERANÇA DO FUTURO, E QUE FAZ DE TUA TRAJETÓRIA DE VIDA O PLANO VOCACIONAL... UM COMPROMISSO... UM PACTO DE AMOR... UMA OPÇÃO PREFERÊNCIAL PARA OS FILHOS, E DÁ TESTEMUNHO DA SANTA MATERNIDADE; CHEGANDO ÀS VEZES A ANULAR-SE... CONSUMIR-SE... SEMPRE EM PROL DA FELICIDADE DE SEUS FILHOS.

A VOCÊ QUERIDA MÃE: FONTE DO VIVER, MISTÉRIO DO AMOR, ROSA DO JARDIM DA HUMANIDADE, QUE SEMPRE DESABROCHA NO TEMPO DA VIDA SUAS PÉTALAS DE AMOR A PERFUMAR TODA A NOSSA EXISTÊNCIA, E, FAZ ACREDITAR QUE ÉS O CENTRO, A ESSÊNCIA DA NOSSA VIDA, UM VERDADEIRO RELICÁRIO DE AMOR, UM TESOURO SAGRADO, ENFIM, UM SANTUÁRIO DE FIDELIDADE AOS FILHOS.

COM INFINITOS VOTOS DE UM FELIZ DIA DAS MÃES, E QUE O ETERNO ABENÇÕE O SEU CAMINHAR, PARA QUE TUA ESTRADA A SER PERCORRIDA SEJA COROADA COM PÉTALAS DE ROSA.

MÃE, BENDITA SEJAS TU!



MÃE ! EU HOJE VOLTO A TE VER NA MINHA INFÂNCIA
E EM SONHOS DE CRIANÇA, EU REPOUSO MEU PASSADO
TEMPO SAGRADO REVIVO SEMPRE NA LEMBRANÇA
A CONFIANÇA DO MEU LAR TÃO PURO E AMADO.

MÃE ! ETERNAMENTE LEMBRAREI MINHA QUERIDA
FONTE DA VIDA, FÉ, ENSINAMENTOS DO SENHOR.
ÉS MEU TEMPLO DE AMOR, MINHA SANTA PREFERIDA,
CATEDRAL DA MINHA VIDA, IGREJA DO CRIADOR.

MÃE, BENDITA SEJAS TU ! BERÇO VIVO DE ORAÇÃO
MINHA GRANDE DEVOÇÃO, ENCANTOS DOS DIAS MEUS.
ADEUS JAMAIS TE DIREI; MINHA SANTA COMUNHÃO
MINHA PLENA INTERCESSÃO, JUNTO AO ETERNO DEUS.

MÃE, BENDITA SEJAS TU ! SANTUÁRIO DA BONDADE,
TESTEMUNHO DA VERDADE, RAZÃO DE TODO MEU SER.
CELULA QUE ME FEZ NASCER, LIÇÃO DE DIGNIDADE,
EXEMPLO PARA HUMANIDADE; MÃE ADORO VOCÊ !

AUTOR: ALFREDO FAGUNDES
JOÃO PESSOA, 13 DE MAIO DE 2006

MÃE

Caro Primo Ormuz, Bom dia!

Emocionante o texto enviado, me comoveu bastante, pois, também, não tenho a figura física de minha Mãe, embora ela vive imortalmente no meu Coração! e posso afirmar que...
MÃE, É UM ANJO ENVIADO DO CÉU, POR DEUS, PARA ESPALHAR O AMOR PELA TERRA A TODOS OS HOMENS DE BOA
VONTADE, PARA QUE TODO AQUELE QUE NÊLE CRER, NÃO PEREÇA, MAS, TENHA A VIDA ETERNA!

Está nas Escrituras da Bíblia.

Um forte abraço.

Herculano Barbalho.
Natal/RN

MÃE

Pêsames,meu amigo. Sua homenagem foi linda e marcante. Eu sou filha de BELKISS, que deve ter sido amiga de sua mãe.
Abraços,

Norma Oliveira

domingo, 21 de março de 2010



“Em geral, as mães, mais que amam os filhos, amam-se nos filhos.”
Friedrich Nietzsche.

MÃES SÓ MORREM QUANDO QUEREM

“Eu tinha sete anos quando matei minha mãe pela primeira vez. Eu não a queria perto de mim quando chegasse à escola no meu primeiro dia de aula.
Eu me achava forte o suficiente para enfrentar os desafios que a nova vida iria me trazer. Poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá, pronta para me defender não somente daqueles garotos brutamontes que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.
Quando fiz 14 anos eu a matei novamente. Não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de viver a plenitude dos vôos juvenis. Mas logo no primeiro porre eu felizmente a redescobri viva foi quando ela não só me curou da ressaca, como impediu que eu levasse uma vergonhosa surra de meu pai.
Aos 18 anos ache que mataria minha mãe definitivamente, sem chances para ressurreição. Entrara na faculdade, iria morar em república, faria política estudantil, atividades em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese. Ledo engano: quando me descobri confuso sobre qual rumo seguir voltei à casa materna, único espaço possível de guarida e compreensão.

Aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, apenas requeria lentidão. . . Foi quando me casei, finquei bandeira na independência e segui viagem. Mas bastou nascer meu primeiro filho para descobrir que o bicho mãe se transformara numa espécie ainda mais vigorosa chamada avó.
Para quem ainda não viveu a experiência, avó é mãe em dose dupla. . .
Apesar de tudo continuei acreditando na tese da morte lenta e demorada, e aos pouco fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares ela aparecesse em minha vida desempenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela poderia protagonizar. . .

Mas o final da história, ao contrário de que eu sempre imaginei, foi ela quem definiu: quando menos esperava, ela decidiu morrer. Assim sem mais nem menos, sem pedir licença ou permissão, sem data marcada ou ocasião para despedida.

Ela simplesmente se foi, deixando a lição que mães são para sempre. Ao contrário do que sempre imaginei, são elas que decidem o quanto esta eternidade pode durar em vida, e o quanto fica relegado para o estéreo terreno da saudade. . .

(Desconheço o autor)

Não sei. . . Se a vida é curta ou longa demais para nós. Mas sei que devemos amar as pessoas enquanto elas estão por aqui... É por isso que temos que amá-la sempre! E não matá-la em vida. . . Nunca saberemos quando ela vai querer partir. . . O vazio que fica, nunca conseguiremos preencher. . . Para quem ainda a tem ao seu lado, ame-a . . . Abrace-a sempre, dê-lhe colo. . . E para quem já não a tem mais ao seu lado. . . Guarde suas lembranças no mais precioso dos baús. . . Mesmo onde ela estiver, saiba que ela vai entender o recado. . . E vai chorar, quando você chorar. . .Vai sorrir quando você sorrir. . . Vai velar seu sono, quando fazia na época de criança. . . Não espere ela partir para lhe dar AMOR.

Um dia você vai descobrir que talvez a pessoa que mais lhe amou na vida, foi ela. . .Incondicionalmente. . . Desde que você surgiu nessa vida. . .Se ela estiver ao seu lado, dê-lhe um beijo e um abraço e diga o que ela sempre quis ouviu: MAMÃE, EU TE AMO! OBRIGADO POR VOCÊ EXISTIR!
E se ela já não estiver ao seu lado. . .Feche os olhos e faça uma prece para ela, agradecendo pela vida e também dizendo que a ama . . .

quarta-feira, 17 de março de 2010

GENEALOGIA DOS TRONCOS FAMILIARES DE GOIANINHA

Caro Ormuz:
Tenho recebido com alegria suas mensagens que ajudam a minimizar o peso da cruz que todos carregamos por destinação, dando especial destaque ao livro sobre a genealogia dos troncos familiares de Goianinha, sem dúvida obra de grande importância para a historiografia do Rio Grande do Norte, e mais recentemente, com que prazer ouvi That's what friends are for".
Realmente, é para isto que servem os amigos.

Com estima e gratidão do amigo

Moacyr Gomes
Natal/RN